“Nada passa, nunca; tudo o que acontece é indelével. Acrescento: sobretudo os amores, por mais que acabem, continuam vivendo, subterrâneos, dentro de nós, porque, bem ou mal, são essas as vivências que mais nos formaram e transformaram.”
“De qualquer forma, mais que a lembrança, os rastros do passado sempre assombram o presente e o futuro. Quando decretamos novos começos, ilusórios ou não, nem por isso conseguimos apagar nossa história: podemos apenas contá-la mais uma vez, quem sabe revisá-la ou corrigi-la, para pior ou para melhor.”
Contardo, ah o Contardo… Isso me lembrou de dois ensinamentos que já ouvi do Lama Samten: “todas as relações são eternas” (você não rompe uma relação, apenas a transforma) e “é possível alterar o passado” (ele é tão insubstancial quanto o futuro). Falei um pouco sobre isso aqui: “Como liberar o passado”.
Trabalho com espaços de transformação:
Puxa Gustavo, não consegui ler o outro texto. O blog está bloqueado.
Que pena!
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:)
Aqui Deborah: http://drala.com.br/liberar-o-passado/
É que o blog Transconhecimento virou esse aqui. Bloqueei lá, mas os posts estão todos aqui (com exceção de lixos que removi).