A melhor entrada de bateria do mundo

por Gustavo Gitti | 10/11/2007 9:17 | Comente!

O Phil Collins sempre me impressionou com “In the Air Tonight” (sempre achei que ele não ia conseguir sentar na bateria a tempo!), mas o vídeo abaixo é de outro mundo. Sorry, Phil…

Pena que não teve nenhum baterista dando consultoria. Ela começa na caixa, sendo que obviamente a entrada é nos tons. Além disso, ela não faz a virada nas passagens (fica direto na caixas).

Assisti ao vídeo do Phil Collins agora… Mudei de opinião. Foda-se o Wonderbra, Phil Collins é insuperável! ;-)

Felicidade

por Gustavo Gitti | 26/07/2007 10:54 | Comente!

É quando sua namorada vai até a Batucadas 1000 comprar dois caxixis e um ganzá para você.

By the way, esse grandão ao lado é o Tar de 16” que comprei diretamente do Glen Velez (saiu metade do preço e, o melhor, sem frete).

Ah, e não, o tar não é pequeno: é o caxixi que é gigante mesmo.

Glen Velez no Brasil!

por Gustavo Gitti | 05/05/2007 18:16 | Comente!

Ano retrasado foi o John McLaughlin e Zakir Hussain com Shakti. Esse ano foi Béla Fleck. E agora Glen Velez? Eu sou muito sortudo mesmo! ;-) Não preciso dizer que é absolutamente imperdível. Ele e sua mulher, Lori Cotler. Anotem aí as infos:

Sesc Consolação (mapa)
Dias 22, 23 e 24 de Junho

6/22 & 6/23
Master Class
Mundo Percussivo
São Paulo, Brazil

6/24
Mundo Percussivo (SESC)
Concert w/ Lori Cotler
São Paulo, Brazil

Fontes: Site oficial do Glen Velez e Last.fm.

Show do Béla Fleck

por Gustavo Gitti | 23/03/2007 13:40 | Comente!

Eu tive a sorte de ir nas duas sessões. Na segunda, sentei na terceira fileira bem no meio. Melhor lugar impossível! Estava com medo de eles repetirem as músicas, mas incrivelmente foi totalmente outro show, ou melhor, a continuação do primeiro. Eles repetiram apenas uma música (Big Country) no bis do segundo.

Adoro o som deles há anos e nunca imaginei que eles um dia viriam para cá… Ao vivo eles são bem melhores e reúnem a empolgação do rock, o groove do funk e os improvisos do jazz, além do toque indiano em algumas melodias.

Béla Fleck tocou com o mestre do bandolim Hamilton de Holanda (vídeo aqui) e o Jeff Coffin, como sempre, tocou dois sax ao mesmo tempo:

Rhythmcolor Exotica

por Gustavo Gitti | 01/03/2007 11:35 | Comente!

Glen Velez and Dodhran

Um dia vou compor e tocar o padrão polirrítmico da música “Procession for Bess”, do album Rhythmcolor Exotica, do Glen Velez. E então me dissolverei por completo, sem rastro algum, como se nunca tivesse existido.

Polirritimia

por Gustavo Gitti | 03/02/2007 23:01 | Comente!

Tocando uma polirritimia 5:3 (ciclo de 15) na bateria. Meu amigo toca uma 4:3 (ciclo de 12). Gravado na minha antiga casa, em Nov/2005, e enviado para o criador deste método. Mais informações no meu blog sobre ritmo: www.takadime.com

Arte no fim de semana

por Gustavo Gitti | 26/08/2006 23:22 | Comente!

Ontem vi I Heart Huckabees. É o meu tipo de filme. Trilha do grande Jon Brion (produtor da Fiona Apple, fez Magnolia, Eternal Sunshine of the Spotless Mind), com Jason Schwartzman que eu adoro (fez Shopgirl, que aqui ficou “A Garota da Vitrine”) e a sempre linda Naomi Watts. “It is inevitable to be drawn back into human drama”…

Estou ouvindo o novo do Skank, Carrossel. Eu já tinha gostado do Cosmotron, então estou achando este excelente também.

“O horizonte sem fim que carrego agora sobre a pele
Ao caminhar para acompanhar um outro de mim
No meu corpo, outra vez em você”
(Samuel Rosa e Arnaldo Antunes)

O Segundo da Maria Rita também está muito bom. Eu sou fascinado pela “Caminho Das Águas” (puta melodia simples e bonita essa!).

Hoje vi Le Temps Qui Reste (O Tempo que Resta). Até hoje estava perturbado pelo 5×2 (Amor em Cinco Tempos) também do Ozon… O novo é também perturbador e tem talvez a cena mais linda que já vi sobre a morte no cinema.

Hoje também participei de um projeto pelo CEBB SP, direcionado aos jovens, que mistura Artes e Budismo. Está sendo bem interessante. Convido você (é, você!) a participar!

No mais, a vida segue superando a arte, que teima em amplificar nossas experiências ao máximo, colocando-as no último volume, fazendo poema de cada momento, apagando a luz e projetando numa telona cada detalhe de nossos mitos.