Posts na categoria de teatro

O trem fantasma de Christoph Schlingensief
Publicado em música, pessoal, teatro on 16 November 2007

“A realidade transbordante de Schlingensief desvela a artificialidade de nossa vida simulada, nossa auto-encenação contínua. O que parece excesso não é senão nossos próprios impulsos (como indivíduos e como sociedade) levados até o fim, nossos fantasmas projetados no espelho.

Dentro da…


The truth acordding to Puppetji
Publicado em budismo, teatro on 3 November 2007

“You can either be a chicken-shit-pussy-motherfucker and run away or you look your monsters right in the eye and say: Hey, let’s party!”

Esse eu queria ter criado! Um guru fantoche… Genial! Ao mesmo tempo que critica a Nova Era, Puppetji…


Ivaldo Bertazzo no TUCA: "Anatomia do Desejo"
Publicado em dança, teatro on 5 May 2007

Para quem viu Dança das Marés (roteiro de Dráuzio Varella com o grupo Uakti tocando ao vivo!), Samwaad (ritmos indianos, percussão ao vivo, piano de cauda na apresentação final) e Milágrimas (Alice Ruiz e os jovens dançantes com todo o profissionalismo…


Virada Cultural 2007
Publicado em cinema, dança, teatro on 4 May 2007

É este fim de semana e tem MUITA coisa boa rolando. Por enquanto já comprei ingressos para o espetáculo da Cia. Mimulus, que mistura dança contemporânea com dança de salão. O outro que vi deles era só de tango com…


Gero Camilo compartilha a paixão em três enredos
Publicado em relacionamentos, teatro on 2 August 2006

Eu não lembro por que não fui ver Aldeotas pela segunda vez. Uma pena. Agora não vou bobear e vou quantas vezes eu puder!

CLEIDE ELÓ E AS PÊRAS
Quando: qui. a dom., às 21h; até 20/Agosto.
Onde: Sesc Avenida Paulista (av. Paulista,…


Denise Stoklos – Olhos recém-nascidos
Publicado em teatro on 20 September 2004

“Não é ficção, mas fricção o que me interessa na relação com a platéia. O ator é apenas a antena, não é o ego dele. O “eu” é o “eu” da platéia.” (Denise Stoklos)

Fui ver no domingo. Denise Stoklos ousou…


ALDEOTAS, de Gero Camilo
Publicado em teatro on 18 September 2004

Fui ver esta peça num lugar a uns 800 metros de onde moro, chamado Teatro do Centro da Terra. É isto mesmo: para entrar você tem de descer quatro lances de escada em um escuro total (com fumaça para piorar…