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	<title>Drala &#187; budismo</title>
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	<description>Budismo, filosofia, arte</description>
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		<title>Os limites da dor e da alegria</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 01:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
				<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[existencialismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A bola passa entre as pernas do goleiro nos 45 minutos do segundo tempo da final da Copa do Mundo no Brasil. O pior frango que se pode tomar. Derrota suprema. Milhares de pessoas na arquibancada chorando por sua causa, xingando, vaiando. Centenas de milhões de pessoas em todo o país. Desoladas, decepcionadas. Humilhação completa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A bola passa entre as pernas do goleiro nos 45 minutos do segundo tempo da final da Copa do Mundo no Brasil. O pior frango que se pode tomar. Derrota suprema. Milhares de pessoas na arquibancada chorando por sua causa, xingando, vaiando. Centenas de milhões de pessoas em todo o país. Desoladas, decepcionadas. Humilhação completa.</p>
<p>Usar um exemplo caricato é uma das melhores formas de abrir a visão para lidarmos com traições, abandonos, rejeições, demissões, mortes, perdas, despejos, humilhações, fracassos em geral. <strong>Derrotas e vitórias só valem dentro dos limites de cada jogo onde surgem.</strong> Não são absolutas, não são grande coisa.</p>
<p>Por mais doloroso que seja um frango, ele tem seu limite na identidade do goleiro, ele só existe dentro dos referenciais e horizontes de sentido de um jogo específico. Além do jogo, além do goleiro, não há sofrimento algum.</p>
<p>Nós nunca somos, de fato, goleiros, maridos, designers, bateristas, mães&#8230; As vitórias das identidades que incorporamos nunca nos satisfazem. As derrotas nunca nos aniquilam por completo. </p>
<p>Se as únicas felicidades, alegrias e prazeres que conhecemos vêm de pequenas vitórias dentro de jogos, sempre tentamos vencê-los de novo, mesmo que isso signifique anos de derrota, muito sofrimento, desconforto, tristeza, dor. &#8220;Por que você continua aqui nesse estádio, se está sangrando e só perde?&#8221;. &#8220;Aqui eu vivi minha maior felicidade. Talvez eu vença de novo, basta eu não errar novamente onde errei. Da próxima vez vai dar certo&#8221;.</p>
<p>Em vez de descobrir outra fonte de alegria e felicidade, nos esforçamos para nos dar bem, apostamos todas as fichas na vitória, desejamos ganhar e evitamos a derrota ao máximo.</p>
<p>Melhor admitir logo de saída que <strong>vamos perder todos os jogos</strong> e que nenhuma vitória vai se sustentar ou nos satisfazer. </p>
<p>Nossos jogos são relacionamentos, trabalhos, projetos, locais. É desnecessário listá-los. Eles são os mundos nos quais achamos que somos alguém, nos quais encontramos sentido e andamos com um horizonte, nos quais fazemos planejamentos, temos metas, sonhos, nos quais queremos ser bem sucedidos, reconhecidos, elogiados&#8230;</p>
<p>Como viver dentro dos jogos de outro modo, além de sucesso e fracasso? Como repousar na liberdade que constrói todas as identidades que fomos, somos e seremos? Como cultivar uma mente e um corpo cuja estabilidade não dependa dos movimentos de cada jogo que encenamos? Como tomar um frango e sorrir, sem precisar se justificar, sem tentar consertar, apenas por perceber que a derrota não existe fora do estádio?</p>
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		<title>Impermanência e a jaqueta da namorada</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 16:05:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
				<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Há dois anos eu não a conhecia. Passei 26 anos sem sequer imaginar alguém com esse nome, esse cabelo, essa voz, essa profissão, essa família, essa pele, esse mundo. Agora acabei de pegar a jaqueta dela, esquecida no quarto. Naturalmente, sem assombro, como se eu fosse passar o resto da eternidade ao lado dessa menina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há dois anos eu não a conhecia. Passei 26 anos sem sequer imaginar alguém com esse nome, esse cabelo, essa voz, essa profissão, essa família, essa pele, esse mundo.</p>
<p>Agora acabei de pegar a jaqueta dela, esquecida no quarto. Naturalmente, sem assombro, como se eu fosse passar o resto da eternidade ao lado dessa menina linda.</p>
<p>A impermanência não é tão fácil de ser percebida. É preciso fazer um esforço constante para lembrar, contemplar, detectar a impermanência agindo em escalas maiores e mais sutis do que o evidente e cotidiano fluir do tempo.</p>
<p>É por isso que, para facilitar, lembramos que em breve estaremos todos mortos. Fica mais fácil condensar a contemplação de todas as pequenas impermanências em duas: a própria morte e o esfriamento do Sol.</p>
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		<title>Ficar no meio do fogo</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 19:19:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
				<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas instruções parecidas. A primeira de Chögyam Trungpa (que estou usando no rodapé aqui), em True Perception: &#8220;Its like a frog sitting in the middle of a big puddle, with rain constantly falling on it. The frog simply winks its eyes at each raindrop that falls on it, but doesn’t change it’s posture. It doesn’t [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas instruções parecidas. A primeira de Chögyam Trungpa (que estou usando no rodapé aqui), em <a href="http://www.amazon.com/True-Perception-Path-Dharma-Art/dp/1590305884" target="_blank"><em>True Perception</em></a>:</p>
<blockquote><p>&#8220;Its like a frog sitting in the middle of a big puddle, with rain constantly falling on it. The frog simply winks its eyes at each raindrop that falls on it, but doesn’t change it’s posture. It doesn’t try to either jump into the puddle or get out of the puddle.&#8221;</p></blockquote>
<p>A segunda de sua aluna, Pema Chodron, em <em><a href="http://www.amazon.com/No-Time-Lose-Timely-Bodhisattva/dp/1590304241/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1290281093&amp;sr=1-1" target="_blank">No Time to Lose: A Timely Guide to the Way of the Bodhisattva</a></em>:</p>
<blockquote><p>&#8220;Bodhisattvas practice in the middle of the fire. This means they enter into the suffering of the world; it also means they stay steady with the fire of their own painful emotions. They neither act them out nor repress them. They are willing to stay &#8216;on the dot&#8217; and explore an emotion&#8217;s ungraspable qualities and fluid energies – and to let that experience link them to the pain and courage of others.&#8221;</p></blockquote>
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		<title>Stephen Fry: o que eu queria saber quando tinha 18 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 19:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
				<category><![CDATA[artes]]></category>
		<category><![CDATA[budismo]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou escrevendo um longo comentário sobre esse vídeo para a Cabana PdH. Aproveito para compartilhar aqui também. É excelente, especialmente no trecho entre 4 e 9 minutos. (via @ricardolombardi)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou escrevendo um longo comentário sobre esse vídeo para a Cabana PdH. Aproveito para compartilhar aqui também.</p>
<p>É excelente, especialmente no trecho entre 4 e 9 minutos.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="481" height="281" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=11414505&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="481" height="281" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=11414505&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>(via @<a rel="nofollow" href="http://twitter.com/ricardolombardi">ricardolombardi</a>)</p>
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		<title>Feel Before Memory &#8211; David Deida</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 18:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[citações]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa é uma das coisas mais geniais que já li. &#8220;What is important today is forgotten tomorrow. When it’s time to use the toilet, really time, all importance is reduced to the event. In bed at that moment, orgasm is all. Chased by a madman with a gun, there is nothing else; waking up from [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Hrl0JUx9dzE/Rv6cWYBH0KI/AAAAAAAAARc/-Kt13zrLtI8/s1600-h/bluetruthlrg.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_Hrl0JUx9dzE/Rv6cWYBH0KI/AAAAAAAAARc/-Kt13zrLtI8/s200/bluetruthlrg.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5115698134957674658" border="0" /></a>Essa é uma das coisas mais geniais que já li.<br />
<blockquote><span style="font-size:85%;">&#8220;What is important today is forgotten tomorrow. When it’s time to use the toilet, really time, all importance is reduced to the event. In bed at that moment, orgasm is all. Chased by a madman with a gun, there is nothing else; waking up from the dream, there is nothing else but relief. A child finds her doll important. A father finds his finances important. Riddled with cancer, an old man finds love important, as his eyes close one last time.</p>
<p>What do you find important, now, today? What did you find important ten years ago? Remember back to your earliest childhood memory, the very first time you can remember anything at all. What was important to you then?</p>
<p>Still feeling your very first memory in life, feel before that. What happens when you try to feel earlier than your first memory? Do you feel into blackness? Is there a sharp wall of time that stops you? Or can you feel an ineffable openness that seems to extend before your earliest childhood memory, an openness without clear bounds, an openness that is you even now?</p>
<p>Of every moment that has ever seemed important, all that remains is the openness who you are.&#8221;</p>
<p><span style="font-weight: bold;">–David Deida</span>, excerpt from <a href="http://www.amazon.com/Blue-Truth-Spiritual-Guide-Death/dp/1591792592"><span style="font-style: italic;">Blue Truth.</span></a></span></p></blockquote>
<p><a href="http://www.amazon.com/Blue-Truth-Spiritual-Guide-Death/dp/1591792592"><span style="font-style: italic;"></span></a></p>
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		<title>Emoções e mandala básica</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 16:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Trungpa é mesmo foda&#8230; &#8220;Usualmente, podemos expressar a nossa raiva ou agressão, batendo em alguém ou destruindo algo ou sendo verbalmente rudes. Tais ações e frustrações surgem de nossa emoção como resultado de uma falha em realizar que há um espaço total no qual tais energias estão operando. Em outras palavras, tanto suprimir como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_Hrl0JUx9dzE/Ruq2Dx1P_4I/AAAAAAAAARM/xKkBPydL9pU/s1600-h/trungpa.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_Hrl0JUx9dzE/Ruq2Dx1P_4I/AAAAAAAAARM/xKkBPydL9pU/s320/trungpa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5110096903237795714" border="0" /></a>O Trungpa é mesmo foda&#8230;<br />
<blockquote><span style="font-size:85%;">&#8220;Usualmente, podemos expressar a nossa raiva ou agressão, batendo em alguém ou destruindo algo ou sendo verbalmente rudes. Tais ações e frustrações surgem de nossa emoção como resultado de uma falha em realizar que há um espaço total no qual tais energias estão operando. Em outras palavras, tanto suprimir como expressar são um substituto emocional ao invés de emoções verdadeiras. São como sedativos. Uma experiência emocional perfeita ou verdadeira significa a realização da totalidade da fundação, realizar que as emoções operam no meio de um espaço inteiro. Neste ponto, começamos a experimentar os sabores das emoções, suas texturas e suas temperaturas. Começamos a perceber o aspecto vivo das emoções ao invés de ou seu aspecto frustrado.</p>
<p>Neste contexto, o que a frustração significa, é a estagnação. Queremos dar nascimento a algo, mas não conseguimos. Assim, nós gritamos, tentamos ajeitar as coisas, ou simplesmente arrebentar algo. Sentimos que apesar de algo estar definitivamente acontecendo, este algo ainda não está completamente ali. Há uma sensação de incompletude, uma sensação de que algo está acontecendo de um modo totalmente errado do ponto de vista emocional. E isto ocorre porque falhamos em enxergar a totalidade, o que é inteiro, que é o princípio da mandala.&#8221;</p>
<p>&#8220;Isto não se aplica só às nossas emoções, mas a todas as nossas experiências do dia a dia como um todo. Uma vez que vejamos a totalidade, teremos a experiência de ver as coisas como elas são, no seu próprio modo de ser absoluto. A qualidade azul do céu e a qualidade verde dos campos não precisam de confirmação e nem de um senso extraordinário de apreciação. Eles apenas são, então, nós não precisamos reafirmar ou confirmar que elas são. Quando realizamos a totalidade básica da situação como um todo, a nossa percepção se torna extraordinariamente viva e precisa. Isto porque ela não surge colorida pela ‘convencionalidade’ de uma crença no que quer que seja. Em outras palavras, quando não há dogma – quando não há nenhuma crença na qualidade azul do céu e na qualidade verde dos campos – então nós começamos a enxergar a totalidade.&#8221;</p>
<p>&#8220;Todas estas idéias da mandala básica, a mandala total, que nós estamos discutindo, são completamente do ponto de vista de ninguém. A mandala é o seu próprio ponto de vista. E, por isso, ela é livre de nascimento e morte, assim como, ao mesmo tempo, ela se revela como a expressão mais pura do nascimento e da morte. É ela que sustenta todo o universo, toda a existência, assim como é ela que mata todas as coisas.&#8221;</span></p></blockquote>
<p>Trechos do capítulo 6 do  livro (tradução não oficial da querida Brenda):</p>
<p><span style="font-weight: bold;">ORDERLY CHAOS – THE MANDALA PRINCIPLE</span><br />CHÖGYAM TRUNGPA<br />DHARMA OCEAN SERIES<br />SHAMBALA PUBLICATIONS INC.<br />BOSTON 1991<br />ISBN 0-87773-636-7</p>
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		<title>Anúncios contextuais do Google Adsense e Adwords</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2007 13:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um amigo meu acessou um post no qual eu citei o Dzongsar Rinpoche e tirou o screenshot abaixo para provar a competência do Google em nos fazer rir. Os programadores do Google Adsense/Adwords devem ser filósofos, já que o anúncio dialoga com o texto e cria uma piada impossível de ser ditada de outro modo:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--noadsense-->Um amigo meu acessou um <a href="http://drala.com.br/dzongsar-rinpoche-sobre-o-sentido-da-vida/" target="_blank">post no qual eu citei o Dzongsar Rinpoche</a> e tirou o screenshot abaixo para provar a competência do Google em nos fazer rir. Os programadores do Google Adsense/Adwords devem ser filósofos, já que o anúncio dialoga com o texto e cria uma piada impossível de ser ditada de outro modo:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-273" title="Google Adsense Adwords" src="http://drala.com.br/wp-content/uploads/2008/07/google_adsense.jpg" alt="Google Adsense Adwords" width="588" height="353" /></p>
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		<title>Good times, bad times&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 14:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Momentos de depressão ou êxtase, quando você se dá bem ou se dá mal&#8230; É tudo como no sexo: em cima ou embaixo, você se fode de qualquer jeito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Momentos de depressão ou êxtase, quando você se dá bem ou se dá mal&#8230; É tudo como no sexo: em cima ou embaixo, você se fode de qualquer jeito.</p>
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		<title>Dzongsar Rinpoche sobre o sentido da vida</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jul 2007 17:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
				<category><![CDATA[budismo]]></category>
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		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Não é apropriado perguntar a um budista: &#8220;qual é o propósito da vida?&#8221; porque isto sugere que em algum lugar fora daqui, talvez em uma caverna ou no topo de uma montanha, existe um propósito último. Esta questão sugere que nós poderíamos decodificar o segredo estudando com santos vivos, lendo livros, ou dominando práticas esotéricas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="font-size:85%;">&#8220;Não é apropriado perguntar a um budista: &#8220;qual é o propósito da vida?&#8221; porque isto sugere que em algum lugar fora daqui, talvez em uma caverna ou no topo de uma montanha, existe um propósito último. Esta questão sugere que nós poderíamos decodificar o segredo estudando com santos vivos, lendo livros, ou dominando práticas esotéricas.</p>
<p>Budistas não acreditam que há um deus criador, e não tem este conceito de que o sentido da vida foi, ou precisa ser, definido. Uma pergunta mais adequada para fazer a um budista é simplesmente &#8220;o que é vida?&#8221;. Do nosso entendimento sobre impermanência, a resposta poderia ser óbvia: &#8220;vida é um grande conjunto de fenômenos reunidos, e assim vida é impermanência&#8221;. É uma mudança constante, uma coleção de experiências transitórias. E mesmo que existam miríades de formas de vida, uma coisa todos temos em comum, que é que nenhum ser vivo deseja sofrer. Todos nós queremos ser felizes, desde presidentes e bilionários a formigas trabalhadoras, abelhas e borboletas.</p>
<p>É claro que, a definição de &#8220;sofrimento&#8221; e &#8220;felicidade&#8221; difere muito entre as formas de vida, mesmo dentro do relativamente pequeno reino humano. A definição de sofrimento para uns é a definição de felicidade para outros e vice-vesa.</p>
<p>Mesmo para um único indivíduo, a definição de felicidade e sofrimento flutua. Um leve-emotivo momento de flerte pode repentinamente mudar quando alguém deseja um relacionamento mais sério; esperança se torna em medo. Quando você é uma criança na praia, fazer castelos de areia é felicidade. Quando adolescente, olhar as garotas de bikini e os garotos surfistas com peitos grandes é felicidade. Na meia-idade, dinheiro e carreira são felicidade. E quando você está nos oitenta, colecionar vasos de cerâmica é felicidade. Para muitos, abastecer estas infinitas e sempre-mutáveis definições é o &#8220;propósito da vida&#8221;.</p>
<p>–<span style="font-weight: bold;">Dzongsar Khyentse Rinpoche</span>, in <span style="font-style: italic;">What makes you not a budhist</span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-style: italic;"></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeo sobre a prática espiritual</title>
		<link>http://drala.com.br/video-sobre-a-pratica-espiritual/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2007 08:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
				<category><![CDATA[budismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente, pois não cai no senso comum new age. Sem spoilers, posso apenas dizer: o que define tudo é o que aparece na mão dele ao fim. Havia duas opções ali e felizmente escolheram a mais sofisticada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente, pois não cai no senso comum new age. Sem spoilers, posso apenas dizer: o que define tudo é o que aparece na mão dele ao fim. Havia duas opções ali e felizmente escolheram a mais sofisticada.</p>
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