Ontem eu vi de novo (na TV Globo… dublado… rs…). Pena que o final seja tão eternalista, tão espírita. Mas é uma boa reflexão sobre como não podemos ter certeza de que estamos vivos. Agora mesmo, eu, por mais teoria e investigação empírico-fenomenológica que faça, não consigo me certificar se estou vivo ou morto – de acordo com o contexto filosófico do filme e dos ensinamentos sobre os bardos, é claro (no nível biológico, eu estou vivo!). Diz um personagem do filme WAKING LIFE: “O pior erro que você pode cometer é pensar que está vivo”.
Bardos, bardos e bardos por toda parte… Incontáveis experiências de realidade: oníricas, insubstanciais, espectrais.
Baterista sem bateria, quase aluno de TaKeTiNa, ex-bolsista de dança de salão, ex-estudante de filosofia e ex-solteiro.