Fui ver hoje, exatamente um ano depois de ter visto o segundo. Mesmo cinema, mesma sala, mesmo tamanho de pipoca. Um ritual estranho meu… ;-)
Se eu desconsiderar o excesso de violência e a falta de arte (interpretação dos atores, direção, edição) nas histórias dramáticas do filme, diria que Saw III é um excelente filme.
É impressionante como a idéia original (desvelada somente no fim do primeiro e bem explicada no segundo) não se perdeu, ao contrário das sequências da maioria dos filmes.
Com Saw III, eu reafirmo o que escrevi assim que vi o segundo da série: “Jogos Mortais: Transcendência na carne”.
Se Deus tivesse uma face humana, ele não seria Sidarta nem Jesus. Ele seria John Cramer, Jigsaw. Para mim, a cena final é a ação suprema de Deus, como nunca antes filmada.
Saí do cinema andando sozinho na Paulista e fazendo uma lista mental de todas as minhas negatividades, de todos os motivos que levariam Jigsaw a me prender e propor um jogo. A lista é grande e é melhor eu começar a fazer alguma coisa a respeito… Time is running. It’s my choice: to (really) live or to die.
Let the game begin!
Trabalho com espaços de transformação: