
“When we bear witness to life on the streets, we’re offering ourselves. Not blankets, not food, not clothes, just ourselves. In my life, street retreats have been my strongest practice of surrendering to not-knowing. I surrender personal knowledge and control and become one with the streets, receiving whatever the streets have to offer. It causes me to face fears, ask questions, and helps me shift my habitual way of thinking. It’s a major opportunity for no-self-discovery.” –Bernie Glassman
Em tempos de discursos new age, auto-ajuda e “auto-conhecimento”, é delicioso ouvir algo como “no-self-discovery”!
A idéia do retiro de rua é muito boa. No entanto, corre-se o risco dos praticantes gerarem excessivo orgulho (por estarem na rua como mendigos) ou sensações e situações um pouco artificiais.
Vou estudar a possibilidade de fazermos um pelas ruas de São Paulo. Precisamos de um mestre para coordenar isso. Será que a monja Coen ou o Lama Samten aprovariam a idéia? ;-)
Mais sobre isso no site do Zen Peacemakers e do Peacemaker Institute.
Trabalho com espaços de transformação:
Além do Não 2 Não 1 você tem outro blog?
Parabéns, guri! Os dois são ótimos!
Ah, gostei da idéia do retiro de rua. Algo subversivo, não?