Todos os interessados, olhem bem e ouçam com atenção, se puderem, porque desconfio que já não terei vontade de repetir outras vezes: “Eu não sei!”. De fato. Não sei agora e não sei se soube qualquer coisa em algum outro momento. Além disso eu sinto, finalmente, que não saber pode ser uma boa coisa. A partir de agora, vejam, sou um Caeiro deitado ao comprido na erva, olhos fechados, apaixonado, silente e flamejante, sabedor feliz da verdade! Sou, agora mesmo (seja lá quando for isso!) um Piñera transformado em ilha, rosas nos olhos e areia no peito em perfeita e intocada paz, sussurrando baixinho, quase em silêncio, quase sorrindo, evanescente, logo antes de ser desfeito: “Era assim a verdade?!”.–Fábio Rodrigues
Texto de um amigão meu…
por Gustavo Gitti | 15/03/2007 16:33 | 0 comentários
Trabalho com espaços de transformação: