Eu vejo neste filme:
- Nenhuma versão de nossa vida poderá ser perfeita. Samsara is all over the place. A redenção não está no âmbito dos fatos.
- Nós somos apenas uma das possibilidades. Há infinitos outros “eus” vivendo infinitas outras vidas assim como eu.
- Não é possível encarnar duas realidades distintas, duas histórias pessoais distintas, dois selfs distintos, pois a condição de existência de uma realidade é a não existência das demais.
Baterista sem bateria, quase aluno de TaKeTiNa, ex-bolsista de dança de salão, ex-estudante de filosofia e ex-solteiro.